Finalmente compramos os dito-cujos
passes de trem para nossa viagem.
Optamos pelo Global EuRail Pass,
de 21 dias contínuos,
com tarifação Saver.
Adquirimos na CI com a agente Daniele.
Confiram os valores:
EURAIL GLOBAL PASS - 21 DIAS - Saver 1° classe.
Valor cada passe EUR 608,00 x 2 = EUR 1216,00
TOTAL EUR = 1216,00 - 20% DESC = EUR 972,80
Taxa de EUR 30,00 x 2 = EUR 60,00
TOTAL EUR final = 972,80 + 60,00 = EUR 1032,80
± 3,41 euro hoje = R$ 3.521,82
Levando em consideração que passaremos um mês na Europa,
na primeira semana ficaremos apenas em Paris,
pois os passes devem ser utilizados em contínuos 21 dias
(dia não usado é dia perdido, pois conta igual...).
Calculo que iremos começar o tour
pelo interior do sul da França no dia 23 de fevereiro.
Se quisermos começar antes,
teremos de desembolsar os valores das passagens
em cash na hora do embarque.
É melhor assim, do que corrermos o risco
de nossos passes ficarem sem valor
antes do fim da viagem!
Deveremos receber os passes,
mapas e tabelas de horários de trens
em aproximadamente 10 dias.
Agora, só aguardar...
Ontem a Carol acertou o último hotel que faltava em nosso trajeto.
Infelizmente nossa corretora de viagens não conseguiu hospedagem para nós nas cidades que queríamos: Bordeaux (na Aquitãnia) e/ou Toulouse (nos Médio Pirineus). Tivemos que optar por um meio termo geográfico: Limoges (no Limousin).
Tudo bem, não chega a ser uma perda ou um entrave pois - sejamos sinceros - não existem cidades feias ao sul da França...
Aliás, será que existem cidades feias na França?
Se descobrirmos alguma a gente avisa!
Bom, de todo modo contratamos a última hospedagem.
Café da manhã? NEM PENSAR!!!!! Acho que eles pensam que turista gosta de passear e barriga vazia...
Decerto é alguma estratégia dos comerciantes locais para incentivar os turistas a consumirem em seus restaurantes, cafeterias e bares (sabem como é: de estômago vazio ninguém vai muito longe...).
Mas essa tática deles não nos pega!
Já somos escolados, formados e pós-graduados em turismo diet!
Nossa técnica? Compramos o que precisamos nos supermercados locais e fazemos nossa própria comida no quarto do hotel. De manhã nos fartamos até dizer chega e levamos conosco uma carga de sanduíches ou qualquer coisa pronta. Pra beber? Litros de água mineral.
Evidentemente que para essa estratégia funcionar a contento temos que nos hospedar em hotéis que (no mínimo) tenham uma micro-cozinha nos quartos. Em resumo nosso critério para escolha de hotéis não é o número de estrelas, mas de bicos de fogão disponíveis!
Afinal, atravessaremos o Atlântico para fazer turismo e não para comer!!!!
Isso nós fazemos em casa, ora bolas!!!